Oh,minha querida independência,
Como tu podes me envenenar tão bem assim?
Me cegando ao me entregar um copo de autossuficiência,
Com o amargor do desconforto da intimidade.
Me sufocando com seu calor da proximidade,
Me intimidando com as vulnerabilidades,
Ah,mas como eu queria amar como eles amam.
Sentir como eles sentem,
Se entregar como eles se entregam,
Gostar como eles gostam,
Apegar como eles se apegam.
Querido,se eu pudesse eu faria diferente,
Não criaria barreiras invisíveis,
Deixaria você ficar ao meu lado,
Até mesmo permitir me amar,
Porém,eu não consigo fazer diferente.
Assinado:Apego evitativo.
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Autor:
Laura G. (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 22 de junho de 2026 20:50
- Comentário do autor sobre o poema: Ás vezes,eu tenho tanta dó dos meninos que começam a gostar de mim,porque eu sei que eu não abriria mão da minha autonomia e nem da minha independência por eles. Como Addie LaRue disse um dia:”Não quero pertencer a ninguém além de mim mesma.Quero ser livre.Livre para viver e encontrar meu próprio caminho,para amar ou ficar sozinha,mas que seja por escolha própria”
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 10

Offline)
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