Meus olhos se encontram
Mas eu não entendo
O que percebo não é o que penso
É uma quebra constante de imagem
Eu me esforço para ser bom
Talvez isso me faça belo
Os sorrisos quase me convencem
Mas eu sempre recuso os convites
Pode ser uma imagem distorcida
Mas é ela que me convence
Por que o terror sempre consola
E a beleza sempre me cobra
Talvez a feiúra é descanso
E a beleza é exaustão
Uma juventude já condenada
Mas eu permaneço o mesmo
Eu teria que nascer do avesso.
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Autor:
Diógenes Fabricius (
Offline) - Publicado: 21 de junho de 2026 19:38
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 7

Offline)
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