Sem objetivo, sem sentido, sem passado,
apenas o borrão de cinza.
Aproximei-me, cega e febril,
para me perder nessa loucura que é você.
Tropeço em estilhaços de mágoa e de delírio,
até que o meu próprio eu se dissolveu.
Amor —
ele é o veneno que me consome.
Borrão
de Ayalah Verônica Berg
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Autor:
Ayalah Berg (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 21 de junho de 2026 10:58
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 7
- Usuários favoritos deste poema: Drica

Offline)
Comentários1
Poesia forte e sem rodeios.
Essa delírio febril e o veneno são fantásticos, Ayalah.
Parabéns pela potência da escrita!
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