Aparentemente, talvez eu não tenha nada em mente para escrever, Ou até mesmo não ter nada a dizer ou fazer. Porém sempre serei lembrado por aquilo que fiz, E por aquilo que eu tinha a fazer Será muito mais questionado por mim mesmo E por alguns poucos outros que, no final, não fará tanta diferença assim.
A vida é um escopo da mente, uma caverna das ideias, Ou uma epopeia singular ancestral do passado Que não nos compete questionar ou analisar sem propósito algum. Existe um propósito? Algo maior? Ou apenas viver é a própria vida sem propósito algum? Venerável, imutável, indelével ao ser no mundo, Ou as circunstâncias são causalidades em dano algum?
Tudo parece efêmero e provisório, resoluto e indescritível. Toda chance de dúvida sobre a vida pode estar enquadrada Na ausência de pertencimento de caráter ou de antipatia do "outro". A sorte da vida não é como uma loteria das apostas Ou porto de embarcações aleatórias.
Por Hailton Aiala
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Autor:
Hailton Aiala (
Offline) - Publicado: 20 de junho de 2026 11:15
- Comentário do autor sobre o poema: Eu escrevi para transformar um aparente vazio em um manifesto de autonomia, apresentando que a subconsciência possui uma estrutura linear, intelectual e coerente, perfeitamente capaz de organizar o seu dever-ser e a sua própria realidade.
- Categoria: Reflexão
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