E foi que a menina conhecida carinhosamente como branquinha, perguntou ao espelho.
_Espelho meu, existe nesse site menina branquinha mais bonita que eu.
O espelho na hora se rachando derreteu se, mas não antes de sussurrar.
_ Menina branquinha, você e mas que mil talheres para qualquer babado.
A menina Branquinha, sem nada entender, saiu para o jardim externo.
E na frente de mil rosas perguntou a mais formosa a sua frente.
Rosa!
Existe menina Branquinha mais bonita que eu.
A rosa se debatendo se despetalou, mas ainda deu tempo de exalar.
_ Menina Branquinha, você e mais que mil talheres para qualquer babado.
A Menina Branquinha fula da vida se lembrou de quem poderia falar a verdade.
O seu papagaio.
Que entendia e falava de tudo, um tagarela em primordial.
E assim foi, como encontramos a Menina Branquinha, inquerindo o seu coru-paco.
_Papagaio fale somente a verdade.
Existe nesse site, Menina Branquinha mais bonita que eu.
O Louro ficou calado por alguns segundo, talvez desengomando o que lhe foi perguntado.
E sem mais, bateu asas e voou, mas sem antes deu tempo de falar.
_Menina Branquinha!
Você e mais que mil talheres para qualquer babado.
Não satisfeita e com vontade de depenar o louro fujão.
Não satisfeita e com vontade de depenar o louro fujão.
A menina teve uma ideia.
Perguntar, ao escritor, já que o poeta estava preparando o churrasco para o jogo de vida ou morte, com a seleção mais forte da copa.
Que o Brasil iria enfrentar.
Senhor escritor, perguntou a Menina Branquinha.
O Senhor que esta escrevendo essa baboseira, me traduza o que e mais de mil talheres para qualquer babado.
O escritor, pego de supetão, não acreditou no sorriso irônico, estampado em tão lindo pedaço de rosto.
Sabia que a Menina Branquinha era esperta e que ele não iria cair em sua esparrela, coçou a cabeça e gaguejando vociferou.
Menina Branquinha, pelo muito que sei e o que esta no resumo, o dito não e meu por isso eu acho que você terá que recorrer ao poeta.
A menina Branquinha, quase morde os lábios, quando o escritor inteligentemente saiu pela tangente.
E para que todos os maus, aja um remédio.
O escriba sacramentou.
Sei que o poeta não queria fazer do seu dito uma novela.
Mas lavando minhas mãos e com pesar que vos digo.
Que só na próxima semana editarei o capitulo final.
Quem não gostar reclame com o poeta.
Sem mais, sacramento e do fé.
Apegaua.
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Autor:
Apegaua (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 20 de junho de 2026 09:20
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 5
- Usuários favoritos deste poema: Francisco Queiroz

Offline)
Comentários1
Agora ficou bom, tudo cai na conta do poeta...
Mas, essa Branquinha acho que não vai ficar quieta, pia pra ver...
Abraços, querido Apegaua
Ficar bem!
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