O assunto do momento que assusta
é a falta de segurança pública.
Nos jornais, rádios, TV e internet,
cada dia se repete
Autoridades públicas inertes,
crimes, homicídios, assaltos e escândalo do INSS.
Qual o interesse em defender os honestos,
expostos a assaltos, estupros e sequestros?
Abusos com crianças ocorrem sem parar,
enquanto isso, a legislação é modificada
por aqueles que brincam de legislar
Alguns magistrados compulsivos em soltar.
Revogaram a lei de atentado ao pudor,
com redução de pena ao infrator,
Diante disso à imprensa se calou,
proeza do nosso legislador.
Contraria o desinteresse na questão,
ano após ano, e não há solução.
Alternam governantes, fica somente esperança;
com medo e sensação de insegurança.
Esquecimento, impunidade e injustiça,
a vítima traumatizada pelo resto da vida.
Mulheres são abusadas, é de indignar;
quando os criminosos são presos,
faltam leis para enquadrar?
Quem deveria criar as leis, onde está?
Ocupados, com medo da "prisão domiciliar".
Indecisão, conflitos e inversão de fatores,
desavenças entre altos escalões e gestores.
Os DH’s cuidam de quem comete delitos
E as vítimas ficam com os prejuízos
Contraria o desinteresse na questão,
ano após ano, e não há solução.
Alternam governantes, fica somente esperança;
com medo e sensação de insegurança.
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Autor:
RobeIlton Lira (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 19 de junho de 2026 08:10
- Comentário do autor sobre o poema: Uma percepção sobre a falta de prioridade para com a segurança pública nos últimos 30 anos.
- Categoria: SociopolÃtico
- Visualizações: 3
- Em coleções: Profers.

Offline)
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