Atire com a arma que eu te dei
Arrebente esse peito que te ama
Eu vivo para mastigar teu perfume
E dói cada parte do meu rosto
Me injete tuas palavras mentirosas
Eu te quero em cada centímetro dos meus órgãos
Contamine todos os meus sonhos
Assine com sangue toda a papelada
Eu quero ser a gota que escorre em teu pescoço
Não importa que eu desapareça
Eu sou um alvo que te espera
Perfure até o fundo do que sou
O amor é apenas uma doença
E meu remédio é o excesso
Atire com a arma que está ao lado da cama
Essa bala poderia unir nossas almas?
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Autor:
Diógenes Fabricius (
Offline) - Publicado: 17 de junho de 2026 12:23
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 6

Offline)
Comentários1
Um poema robusto sobre a obsessão e romantismo levado as últimas estâncias.
Abraços!
Obrigado pelo apoio de sempre! Abraço!
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