Eu meu peito só há solidão
pensamentos obscuros me corroendo
Tento fugir, corro mas não saio do lugar
Aos poucos morro e ninguém vê
Abro a porta mas ninguém a minha espera
Grito mas ninguém me ouve
O Deus por que comigo
Será que sobrevivo?
No céu vejo pássaros
Como eu queria essa liberdade
Voar sem rumo
Até o fim do mundo
Depois de tanto sufoco
Meu corpo não é mai quente
Olhos fundos, pele pálida, já não respiro mais
Agora não dá, para voltar atrás
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Autor:
Ana Flávia (
Offline) - Publicado: 16 de junho de 2026 12:33
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 11
- Usuários favoritos deste poema: Apegaua

Offline)
Comentários2
Uai sô, seu poema e dos bons, mas parece uma morte editada.
Muda o tom menina, fala de alegria, de felicidade, de amor e de sorrisos.
Abra esse astral por que viver não e sofrer.
Apegaua.
Gostei.
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