Ah, essa mulher de tom bronzeado,
que me abraça, com seu corpo de cetim!
Ela traz no riso o doce arrebol,
e linhas desenhadas em tom de jasmim.
De andar sestroso, passo macio,
desliza leve qual brisa no mar.
Vem afugentar todo o meu vazio,
trazendo o fogo que mora no olhar.
Tem forma quente, encanto profundo,
um corpo delgado que faz tão bem.
E o meu destino está selado
por essa mulher que me tem.
Sempre serena, sempre dançando,
feito miragem que o vento desfaz.
Enlaça-me amiúde, me encantando,
enchendo meus dias de desejo voraz.
É ela, a dona do brilho intenso,
que guia meus passos, prendendo meu ser.
O riso que desata todos meus nós,
trazendo magia nessa ardente amanhecer...
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Autor:
JTNery (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 16 de junho de 2026 10:49
- Categoria: Erótico
- Visualizações: 14
- Usuários favoritos deste poema: Gino, Sinvaldo de Souza

Offline)
Comentários4
Adorei.
Boa noite. Obrigado pela leitura.
Max Weber descreve o desencantamento como o processo histórico em que a ciência e a racionalidade substituem o pensamento mágico e religioso. No entanto, o termo também é abordado por outros autores em diferentes contextos. Agora, Michel Maffesoli: Ele cunhou a ideia de reencantamento do mundo na pós-modernidade, argumentando que a sociedade contemporânea resgata a espontaneidade, o misticismo, o tribalismo e a emoção coletiva. Parabéns pelo poema!!!
Prefiro a poesia à teoria. rs
Um forte abraço...
Obrigado pela leitura
Eu costumo as vezes, aproveitar algumas ideias de teóricos para os meus poemas, concordo no quesito de poética. Fiz uma observação interessante associando aos teóricos, digo que amei o seu poema e como estou aprofundando sobre o encantamento no mundo fiz uma pequena fundamentação Teóricas! Abraço fraterno, poeta!
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