No Louvre impermeável, me obrigo a dizer que o mais branco sereno me acalma.
Que a vida me vem com calma —
ás vezes.
E ás vezes não, mas ainda tenho esperança de que venham dias chuvosos, para que eles venham me acalmar e que, por alguns minutos, o frio sereno e branco pare o tempo por mim.
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Autor:
Tainá Cassia (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 14 de junho de 2026 12:59
- Comentário do autor sobre o poema: Quando o clima que eu mais gosto me traz uma paz inexplicável, que por alguns segundos sinto que o tempo parou, a correria da sociedade para e eu consigo por alguns segundos respirar sem pressa.
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 2
- Em coleções: .....

Offline)
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