Múltipla e vazia,
já não deixo rastro.
Sou de uma linhagem
de mulheres que sumiram.
A memória falha no instinto.
Ele prefere a cor das máscaras.
O inferno é um estilo.
Se eu falar em amor, fuja:
nós lhe devoramos o coração.
Nós
de Ayalah Verônica Berg
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Autor:
Ayalah Berg (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 14 de junho de 2026 11:14
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 7
- Usuários favoritos deste poema: Apegaua

Offline)
Comentários3
SERGIO NEVES - ...minha amiga (permita-me)...,...és realmente poeta...,...tens a veia...,...e o sangue, o intelecto, a sensibilidade, o espírito, e tudo o mais que assim venha a te forjar...,...nesse metier o universo foi a ti pra lá de "protetor"...,...mostras ser uma das "escolhidas"...,...muita "magia" há nos teus escritos... // ...fui lá no link ver as tuas "coisas"...,...e, olha, foram "coisas" pra lá de prazerosas aos meus sentidos...,...gostei pra caramba do que eu li e do que eu vi (dos escritos e das fotos (você?)...,...vou te esmiuçar mais (rsrs)...,...e vou te dizendo a respeito... /// Carinhos a ti, menina.
Está amarrada, meu coração não vampira.
Uma vez ouvi dizer que o amor basta a si mesmo. Ainda assim, ele se manifesta de tantas formas: a filia, o ágape, o eros...
Qual deles ou nenhum deles?
Ficou excelente!
Parabéns, Ayalah.
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