Múltipla e vazia,
já não deixo rastro.
Sou de uma linhagem
de mulheres que sumiram.
A memória falha no instinto.
Ele prefere a cor das máscaras.
O inferno é um estilo.
Se eu falar em amor, fuja:
nós lhe devoramos o coração.
Nós
de Ayalah Verônica Berg
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Autor:
Ayalah Berg (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 14 de junho de 2026 11:14
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 244
- Usuários favoritos deste poema: Apegaua, Gino, Sinvaldo de Souza, Versos Discretos, Mihsil, Carlos Herik B. Batista, Drica

Offline)
Comentários7
SERGIO NEVES - ...minha amiga (permita-me)...,...és realmente poeta...,...tens a veia...,...e o sangue, o intelecto, a sensibilidade, o espírito, e tudo o mais que assim venha a te forjar...,...nesse metier o universo foi a ti pra lá de "protetor"...,...mostras ser uma das "escolhidas"...,...muita "magia" há nos teus escritos... // ...fui lá no link ver as tuas "coisas"...,...e, olha, foram "coisas" pra lá de prazerosas aos meus sentidos...,...gostei pra caramba do que eu li e do que eu vi (dos escritos e das fotos (você?)...,...vou te esmiuçar mais (rsrs)...,...e vou te dizendo a respeito... /// Carinhos a ti, menina.
Está amarrada, meu coração não vampira.
Uma vez ouvi dizer que o amor basta a si mesmo. Ainda assim, ele se manifesta de tantas formas: a filia, o ágape, o eros...
Qual deles ou nenhum deles?
Ficou excelente!
Parabéns, Ayalah.
Gostei do que tu escreveu... na verdade, sou muito influenciada, na minha poesia, por Nietzsche e sua frase: sou todos e não sou ninguém
Obrigada pelo carinho.
Parabéns, muito profundo o seu poema!!!
Obrigada por me ler e pelo carinho.
Acabei de fazer esse. É um cumprimento a vc, pois achei realmente sua escrita forte e sensível. Uma dualidade que me atrai bastante. Espero que goste, é sobre vc como vista agora.
*D'Menção*
Não foi pressuposto
Que toda sua história
Tivesse a memória
Esculpida em seu rosto.
Mas antes tivesse um dia esculpido,
No que já foi dito,
Um traço, afinal...
Havia em suas linhas
Sinais mais mesclados,
Que já foram marcados
Qual prelúdio, sozinha.
Daí poetiza
Meu prazer conhecê-la;
Sua escrita é centelha,
E seu verso é carisma.
Leio nas linhas daquilo que escreve
Um mundo maior que uma áurea esculpida.
Se inspira por tudo, pois que tudo nos serve;
Nós somos tão breves,
Que ultrapassamos a vida.
Nossa, agora lendo vos em entre linha, foi que vi a grandeza do seu escrito, aqui para bandas da roça, carregando pedra ladeira acima, você iria longe não.
Pois gostamos de aproveitar o ladeira abaixo.
Deixa te falar, fui lá nas suas coisas ver as fotos, gostei não pois todas estavam tapadas.
A quase esquecia, como você quer ser chamada de poeta.
Se e todas e nada ao mesmo tempo.
Abraços.
Muito bonito... Gostei
Obrigada pela leitura, e pelo carinho.
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