Eu sou o banquete, seus olhos famintos me devoram como um leão, suas palavras me queimam como querosene, porque tão impiedoso? É como beber uma dose de veneno, esse amor me fere, estou cansada de ficar sozinha nesse quarto escuro, estou com medo, alguém me ajude; aos poucos estou morrendo, meu bondoso coração esta parando, o mundo já não me olha como pessoa, eu sou apenas um objeto admirável, uma obra de arte em exposição, meu corpo os fascina; eles são como vampiros em busca de meu sangue, eles nunca estarão satisfeitos apenas com meu amor, eles querem a minha alma.
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Autor:
Eduarda Silva (
Offline) - Publicado: 13 de junho de 2026 22:48
- Comentário do autor sobre o poema: Eu escrevi este poema com minha amiga, espero que gostem!
- Categoria: Triste
- Visualizações: 3

Offline)
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