Nem todos os seres do mar sobrevivem na terra. Outras vivem por alguns minutos, assim é a visão do Polvo no chão firme que pisamos.
Um ser do mar fora da água não sobrevive.
Um polvo que vira fantasma enraizando-se na janela, assiste a própria vida escapar pela janela em busca de um novo mar.
Que seus tentáculos não te sirvam como gaiolas. Que você olhe pela janela, mas mantenha o desejo de voltar para o mar.
-
Autor:
Leidiane Ribeiro (
Offline) - Publicado: 13 de junho de 2026 11:40
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 4

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.