Numa dessas muitas de minhas noites de insônia.
Não sei se um vento brincalhão ou passageiro.
Tive a vã impressão de ter escutado o silencio me dizer.
_ Tome muito cuidado.
Apreensivo.
Vos perguntei.
Com o que.
Olhou para mim com meia boca.
Colocando nos lábios um sorriso bem ironico.
Daqueles que muito sabe.
Mas por ser zombeteiro nada quer dizer.
E novamente voltou a imprensão.
_ Por acaso esqueces que sou o silencio.
Apegaua
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Autor:
Apegaua (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 13 de junho de 2026 01:50
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 9

Offline)
Comentários1
A própria mente do poeta, ecoando no vazio da noite. Ainda bem que não tens medo do silêncio, quem tem, faz muito barulho para afugentá-lo. Muita paz para teu dia, abraços...
Obrigado amigo poeta Francisco.
E não e isso mesmo, antes que a assombração apareça, seja você mesmo.
Por que das duas uma, alguém tem que ser melhor que o outro.
Por que se não, ira correr os dois.
Abraços.
Apegaua
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