Jorge E. Leal
Eu confio em todo mundo,
Mas não confio no demônio,
Que habita aí por dentro, deles.
Pois com o tempo emergem neles,
Nesse horizonte do tempo babilônio,
Em um eterno sonho real e profundo.
Nenhum de vós está aí muito seguro,
Nem tampouco alguns entre nós,
Nesse templo em que máscaras caem.
De volta à cena da vida, carpe diem,
E seguindo desconfiado a trilha veloz,
A confiança foi abatida em ar puro.
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Autor:
Julian Lael (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 12 de junho de 2026 23:18
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 1

Offline)
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