Confesso que temo perder-te
Mesmo sem sequer te possuir,
E que meu medo é jamais ver-te
Mesmo que tu nunca vieste a surgir.
Confesso que temo magoar-te
Mesmo sem te dirigir frase alguma,
E que te ofendas com minha arte,
Mesmo que tu jamais tenhas visto uma.
Confesso que temo que morras
Mesmo sem que tenhas vida,
E que em minha direção não corras,
Mesmo que ainda estejas escondida.
Confesso que temo que não apareças
Mesmo sem que eu possa te ver,
E que algum dia tu me esqueças
Mesmo ainda sem me conhecer!
-
Autor:
Fabricio Zigante (
Offline) - Publicado: 10 de junho de 2026 20:33
- Categoria: Amor
- Visualizações: 3
- Usuários favoritos deste poema: Fabricio Zigante, Lucas Guerreiro

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.