No princípio havia um sol
Que irradiava-me a cada dia
Com raios tão fortes quanto os dias
Fervorosos de Juazeiro
O brilho cresceu feito farol
Que ofuscava as demais estrelas
E brilhava planícies e desertos
Sem nenhum sinal de inanição
Eis que o tempo se fechou
Uma tempestade de verão em São Paulo
E o brilho voraz se apagou
Explodiu-se em chamas o paiol
A água da chuva o esfriou
E outrora luz, agora ruínas e escuridão
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Autor:
Mohammed (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 10 de junho de 2026 14:01
- Comentário do autor sobre o poema: Dedico esse simples poema em memória aos queridos raios solares, que estão enclausurados em um passado bom que aparenta não voltar mais.
- Categoria: Triste
- Visualizações: 1

Offline)
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