Este domingo chorei.
Chorei por estar chegando meu aniversário,
e por este ser o primeiro sem você.
Chorei ao perceber que me sinto sozinho
neste mundo que parece ter perdido o eixo.
E por lembrar de nós,
olhando o pôr do sol,
sem dizer nada — mas vivendo o tudo.
Olhei pela janela
e vi os mesmos pássaros que você observava.
Percebi como são maravilhosos (algo que você já sabia),
ocupados em seus afazeres e brincadeiras, despreocupados com o amanhã.
Quanto tempo ainda hei de aguardar?
Olhar nos teus olhos novamente
e ver neles aquele mesmo sorriso inocente e sentir-me totalmente feliz.
Descobri, neste tempo, que o pior corrosivo
é aquela saudade que é da alma,
que sempre cava mais fundo com o passar do tempo,
aumentando esta falta da tua presença,
que a memória insiste em temperar com tristeza.
neste mundo que parece ter perdido o eixo.
E por lembrar de nós,
olhando o pôr do sol,
sem dizer nada — mas vivendo o tudo.
Olhei pela janela
e vi os mesmos pássaros que você observava.
Percebi como são maravilhosos (algo que você já sabia),
ocupados em seus afazeres e brincadeiras, despreocupados com o amanhã.
Quanto tempo ainda hei de aguardar?
Olhar nos teus olhos novamente
e ver neles aquele mesmo sorriso inocente e sentir-me totalmente feliz.
Descobri, neste tempo, que o pior corrosivo
é aquela saudade que é da alma,
que sempre cava mais fundo com o passar do tempo,
aumentando esta falta da tua presença,
que a memória insiste em temperar com tristeza.
Arthur de Mello Noos
-
Autor:
Guacimar Vieira de Mello Noos (
Offline) - Publicado: 10 de junho de 2026 11:29
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 1

Offline)
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