Corremos sem garantia.
Abandonamos locais seguros.
Ninguém combinou,
ninguém chamou.
O disparo foi dado.
Sonhos não estão além,
estão no salto errado que dá certo,
no mergulho sem cálculo,
na bala perdida que volta viva.
Mata.
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Autor:
Noétrico (
Offline) - Publicado: 9 de junho de 2026 08:32
- Comentário do autor sobre o poema: Uma demonstração da coragem de se arriscar com o peso inevitável da vulnerabilidade, afinal somo humanos, meros humanos... o real não oferece garantias. Os maiores movimentos da vida nascem quando abandonamos o seguro, mas o mesmo acaso que realiza sonhos também pode ferir, nada é fixo, determinado ou definitivo. A força de ser é individual.
- Categoria: SociopolÃtico
- Visualizações: 2

Offline)
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