Frio.

aissacaniat

Coração gelado —

vazio, o vento me atravessa

como se houvesse um oco no peito.

Dor sem explicação —

devaneios me levam,

mas não me lembro o que são.

Vida sem cor, sem calor.

Mente parada —

nada mais brota,

as teias da imaginação se desfazem.

Esse frio me paralisa,

e eu mal consigo respirar.

 

  • Autor: Tainá C.S (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 8 de junho de 2026 22:20
  • Comentário do autor sobre o poema: Em algum momento da vida em que eu não pensava em nada mais no mesmo tempo pensava ate demais.
  • Categoria: Triste
  • Visualizações: 3
  • Em coleções: .....
Comentários +

Comentários1

  • anna mari

    escrever para extravasar nos momentos em que tenho todos os pensamentos do mundo ao mesmo pé que não penso em nada é uma ótima forma de controlar o desgaste desses devaneios.. fico feliz que para você seja igual!



Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.