Não era estrela cadente que caía
Nem estrela do sol nascente
Ou talvez a estrela chorona
Nem mesmo a estrela do renascimento
Com suas pontas rachadas
Fruto de uma falha paixão
Tendo corrido sem rumo
E caído no vale de olhos estranhos
Pérola bela, lapidada como Ametista
Quase venenosa quanto Malachite
Junta consigo como Granada
Embora dura igualmente como Peridoto
As vezes corria com ambas pernas
Ou quando não funcionava, os braços eram boa opção
Gostava de cantarolar como Julieta
Mas tinha a voz de Morgana
Quando saíra de seu campo coberto de olhos
As pessoas a olhavam com desgosto
Jogando pedras que danificaram suas pontas estelares mais uma vez
A garota brilhante como o sol, forçada a se apagar
E quando voltava machucada
Com o pó estrelado caindo de seus machucados como uma cascata
Seus olhos rodavam ao redor preocupados
Mas sorria, apenas despreocupada
Quando começará a mecher com adaga e espada
Mais rainha dali se tornava
Com seu cabelo cortado pela metade
Assim como a estrela em sua face
Radiante aos seus olhos
Inadmissível as pessoas deixadas em destroços perigosos
A beleza mais bonita e desconhecida
Inalcançável por escravos de mente vazia
No dia que anjos e demônios invadiram a linha entre o inferno e o céu
A rainha estrelada teve de lutar em uma guerra injusta e cruel
E assim como a sua amada estrela
Seus olhos foram deixados em um estado de decomposição na "igreja"
No momento em que tudo se quebrou
O sorriso mais belo também rachou
Os restos de órgãos em um estado sofredor
Enquanto sua alegria se rachava com a mais crua dor
Não dava para entender uma mente diferente
Claro que não
Não era problema deles um peixe não ter nascido com o propósito de voar ao invés de nadar
Eles queriam que ele voasse
Era inadmissível ter alguém diferente de uma estrela cadente
Porque não era lógico o suficiente
De seres diferentes, para seres iguais
De humanos, para robôs movidos a um manipulador gás
~?!
Data: 15 de dezembro de 2024
-
Autor:
~★! (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 6 de junho de 2026 10:02
- Comentário do autor sobre o poema: Mil perdões pelo sumiço, estive cansad? esses dias, mas descansei, voltei e estou maravilhosamente bem. Nos vemos amanhã, mais uma vez!¡?
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 1
- Em coleções: As trevas que ofuscavam a luz.

Offline)
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