Os dentes mortíferos de Deus
anseiam pelo meu espírito.
Não tenho medo.
Estou pairando sobre as águas divinas.
Quando, enfim, o arrebatamento vier,
estarei saciado pelo virginal colostro.
Cordeirinho,
tende piedade de nós.
-
Autor:
Talles Medeiros (
Offline) - Publicado: 2 de junho de 2026 20:33
- Categoria: Espiritual
- Visualizações: 3

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.