Jaz o tempo menino,
contemplado, adulado,
divertido, relativo.
Hoje, o tempo é adulto:
métrico, triste,
escasso, fútil.
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Autor:
Francisco Queiroz (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 2 de junho de 2026 12:47
- Comentário do autor sobre o poema: Não queremos perder tempo, mas a única coisa que não fazemos é justamente aproveitá-lo.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 4
- Em coleções: Silêncios.

Offline)
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