Para, olha sente esquiva e avança
Actos incipientes despertos curiosamente
e sentidos espontaneamente foi herança
Olhamos guardamos o mais belo
a folha que cai verde indignamos sorridente
o ramo seco não cai até ter um elo
Passeamos no abismo belo aterrador
pela criança que chora ranhosa na rua
desfaltada e comida pela erosão abrasador
a mãe que corre cansada nos pés nua
O sol que morre ao ver ao lua
Vagueamos em nós, descoberta continua
suor do pai mamado na euforia da mesa farta
Olhar lançado tristemente lacrimejar interna
Disfarça passeio ambientado pela curiosidade
dos meninos olhudos incansáveis, aberta mão
os carregadores de sacos num corre corre
por medalhas de moedas que jogam no pão
O passeio acaba num olhar perguntador
valeu venerar…
Imagno Velar
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Autor:
Imagno Velar (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 1 de junho de 2026 02:22
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 2

Offline)
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