Minha guerra poesia

Tainara S.G

Dentro das guerrilhas provenientes do Sul, poderia me iludir em enxergar Zaratrusta, os não-quistos marcham em direção a península ibérica afim de trasgar os invasores de Jerusalém pelas riquezas sangrentas de Constantinopla. Em atualidade, César acordaria agora em Julho e de viés político, teria visões em nome de traidores e ditadores não manifestos, como de uma permeabilidade que se opuse-se a proteger o próprio núcleo, das barreiras ruídas, o parasita adentraria e destruíria seu DNA.

De que forma se pode definir um grande filósofo?

Não se é o ato de pensar uma maldição dos que regozijam nas marés do conhecimento e recebem a marca arcaica da destruição de maneira que sejam perseguidos pelo peso de viverem sua liberdade, mantra.

Por enquanto, há de escorrer o pus das feridas dos meio-mortos que andam em volta das crianças e mendigos da cruzada, tolos, antes aceitassem a poesia dos seus próprios corações e corpos em busca de palavras castas das orações de Buda.

  • Autor: Tainara S.G (Offline Offline)
  • Publicado: 29 de maio de 2026 12:51
  • Comentário do autor sobre o poema: Um amontoado de letras de uma jovem, mas falam ao meu e espero que falem com seu coração
  • Categoria: Surrealista
  • Visualizações: 3


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