Eu queria ter um sonho,
Um dia, um talvez ...
Mas não desses sonhos sonhos ( ... )
Nem de esperanças ou premonições,
E sim, de liberdade ...
A mesma das reticencias e lacunas,
À qual as pessoas não estão acostumadas,
Pois não saberiam o que fazer.
Ao mesmo tempo, tenho medo dele ...
Pois seria o princípio deste mesmo não saber.
Então se o desejo, desejo-o placidamente,
Como quem olha o ar e tenta o enxergar.
Mas a cada dia nasço diferente,
Pois o despertar é um renascer próprio,
Que nos dá o direito de não saber o que fazer ...
E talvez quando acordamos,
Já estejamos abrangendo o sonho ...
A forma física de execução de desmistificar,
Resignificar, reconduzir mensagens do inconciente,
Onde mora de verdade,
Essa Liberdade Bruta ...
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Autor:
Sergio Virtude (
Offline) - Publicado: 29 de maio de 2026 00:10
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 6

Offline)
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