Moro numa casinha de barro toda caiada de branco.
Sabe como por aqui sou conhecido?
João de Barro.
E só seguir a estradinha de terra batida, fica pertinho do pontilhão.
Nossa, da um medo de atravessar a noite.
Até arrepia os cabelos, ainda mais quando tem cão uivando.
O bom mesmo.
E a hora do di comer.
Franguinho caipira com quiabo, catado na hora.
Tudo feito na lenha, isso e no fogão.
E de sobremesa, doce de abobora com coco.
Depois de comer, dá uma vontade de cair na rede da varanda.
E tirar uma gostosa madorna.
Antes de voltar para a lavoura.
E acariciar e agradecer a natureza.
Pondo vista na plantação.
Pois não e o que se diz.
Que os olhos do dono e que engorda o boi.
Apegaua.
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Autor:
Apegaua (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 25 de maio de 2026 05:53
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 3
- Usuários favoritos deste poema: Francisco Queiroz

Offline)
Comentários1
Poeta, tua obra me despertou bons sentimentos, gratidão!
Um abraço fraterno
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