.e então li teus versos,
versos tão ternos, tão maviosos
como outros, nunca vi...
...e eram lindos e tantos que tonta
de encanto e magia, os reli...
...e a canção que deles fluia
num suave apelo, eu ouvi...
...e então inebriada,
de versos embriagada,
ao teu chamado, sucumbi...
(ania)
-
Autor:
ania (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 22 de maio de 2026 06:55
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 47
- Usuários favoritos deste poema: Apegaua, Carlos Herik B. Batista

Offline)
Comentários5
Eita, vigi.
Lendo o final do seu maravilhoso escrito, dito e subscritado.
Lembrei de mim, quando estou na frente de uma garrafa de vinho.
Copo numa mão e na outra o saca rolha e se na vitrola for um som de um fado.
Nossa, nem me respondo, por mim.
Bravos.
Ficou um mimo, parabéns.
Cada postagem, nos surpreendendo.
Abraços.
Apegaua
Bondade sua poeta, te agradeço pelo carinho!
Abraço,
ania
E eu, que fingia não ouvir, rendi-me devagar...não apenas ao encanto dos versos, mas especialmente à poeta escondida entre eles...Parabéns! Abraços poéticos!
Rendemo-nos então! Obrigada poeta pela carinhosa visita!
Um abraço,
ania
Simplesmente lindo...
Obrigada pela visita e gentil comentário!
Abraço,
ania
Gostei!
Obrigada por ler e gostar!
Abraço,
ania
Parabéns pela beleza do teu poema! Aplausos!
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.