Memórias

Gabriel Oliver

Fazia tempo que meu coração não sussurrava teu nome. Mas hoje ele lembrou de você

com a delicadeza de quem sente sem pressa.

 

A saudade chegou mansa, trazendo teu cheiro no vento, teu sorriso guardado em mim,

teu toque ainda morando na memória do meu peito.

 

Meus dedos recordam teus cabelos, e o jeito doce de te acolher enquanto tua cabeça descansava no lugar exato onde eu era paz.

Com você, tudo ficava simples.

 

O mundo desacelerava, e eu entendia, enfim,

que amar também é isso: encontrar calmaria

em meio ao caos como mar tranquilo

que escolhe ficar.

  • Autor: DoSSantos (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 20 de maio de 2026 11:19
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 3
  • Em coleções: Um Amor Improvável.


Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.