Quando a luz do meu olhar
Deixar de brilhar com o nascer do sol,
É porque foi vencida minha plenitude
Pelas frustrações da vida.
A jornada se torna salobra,
Assim como a água do mar:
Gelada, profunda e sombria.
Oportuno foi aquele momento
Que levou o amargo do fel.
Atravessei o dia com leveza,
Respeitando a vida e sua incerteza,
Encarando aquele que se diz destino,
Diante da minha face
Se pôs teneroso, de repente cruel.
Sabotam a carne, mas não contaminam a alma.
Na singularidade da vida, eu vivo,
Me encontro com a verdade:
Somos iguais perante o divino
E diferentes aos olhos da Terra.
Julgam, e te ro
A paz se vai, dando seu espaço para a guerra.
-
Autor:
andredias45 (
Offline) - Publicado: 17 de maio de 2026 18:48
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 3

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.