TLC Setecentos e Vinte e Cinco

alexonrm



Pois sou um personagem,
Da vida, sem saber da felicidade,
Parecem pedaços de passagens,
Que não tenham vontade.

Sou parte de um organismo,
Sem existir, sem pensar, sem fingir,
Mostrar que não existo,
Quero sonhar, voar, correr e sumir.

Sabendo que até estrelas se amam,
O universo volta na aurora,
Faz que as dúvidas devoradas, saiam,
E dores que sinto, vão embora.

Pois não existe o corpo que amou,
A mente só vive no lamento,
O coração se cansou,
Este braço está só escrevendo.

Pois todos os versos se revoltam,
Eles não querem um leigo amargo,
E as palavras logo se cansam,
Pois versos estão quebrados.

Talvez não tinha outros servos,
Os versos longos que escrevi,
E escrevo mais longos versos,
Pelo menos tudo isto vivi...

Pois sou um escritor,
Do tempo , sem saber a verdade,
Ter partes como um sensor,
Que não tenham mais vontades.

Sou o todo de um mundo,
Pra existir,  pensar e fingir,
Mostrar o quão profundo,
De conquistar, prever e sentir...

Sabendo que até anjos sonham,
Os deuses carregam as auroras
Faz com que respostas voltam,
Em alívios, antes, depois e agora.

Pois o olhar que deixou,
Na mente está o  lamento,
A mão do papel, se cansou,
Este poema se escrevendo.

Pois todos os versos se revoltam,
Eles não querem um leigo amargo,
E as palavras logo se cansam,
Pois versos estão quebrados.

Talvez não tinha outros servos,
Os versos longos que escrevi,
E escrevo mais longos versos,
Pelo menos tudo isto vivi...

Pois sou apenas um leitor,
Lendo sobre a realidade,
Das partes, que contam terror,
Que deixaram de ter vontades.

Pois o olhar que deixou,
No peito o coração batendo,
A mão do papel, se cansou,
Este poema se escrevendo.

Pois todos os versos se revoltam,
Eles não querem um leigo amargo,
E as palavras logo se cansam,
Pois versos estão quebrados.

Talvez não tinha outros servos,
Os versos longos que escrevi,
E escrevo mais longos versos,
Pelo menos tudo isto vivi...

Pois sou apenas um leitor,
Lendo sobre a realidade,
Das partes, que contam terror,
Que deixaram de ter vontades.

Pois o olhar que deixou,
No peito o coração batendo,
A mão do papel, se cansou,
Este poema se escrevendo.

Pois todos os versos se revoltam,
Eles não querem um leigo amargo,
E as palavras logo se cansam,
Pois os versos estão quebrados.

Talvez não tinha outros servos,
Os versos longos que escrevi,
E escrevo mais longos versos,
Pelo menos tudo isto vivi...



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