Ele nunca foi linha reta,
era curva, era choque, era cor.
Enquanto o mundo pedia padrão,
ele respondia: eu sou quem eu for.
Cabelo em chamas,
alma indomável,
um coração que jogava
como quem luta pela própria vida.
Não era sobre pontos
era sobre presença.
Cada rebote,
um grito contra a indiferença.
Chamaram de louco,
de exagero, de furacão…
mas poucos entenderam
a coragem de ser revolução.
Entre quadras e excessos,
entre fama e solidão,
existia um homem inteiro
aprendendo a ser multidão.
E talvez seja isso
que o torne tão raro:
num mundo que copia tanto,
ele escolheu ser um disparo.
Hoje é seu dia
e que ironia bonita:
celebrar alguém
que nunca coube em nenhuma medida.
Feliz vida ao caos que inspira,
à liberdade que desconcerta,
porque ser você, Dennis,
sempre foi a forma mais certa.
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