Sinceramente, eu tô sendo eu
demais pro meu gosto.
Ser hipócrita me enoja e ser
nojento, me dá nojo.
Odeio ser viciado e cair
nos meus vícios de novo.
Odeio estar triste e odeio
estar feliz, e principalmente,
odeio ser pretensioso.
Odeio o jeito que eu paro,
odeio o jeito que eu ando,
odeio o jeito que eu me encaro
no espelho, e o jeito que
meus olhos estão piscando.
Ser eu, é castigo, ser eu é
infeliz. Me sinto desolado,
pois, eu não tem amor por
mim.
Eu ainda tem coragem de
forçar o mesmo sorriso, e
dizer que gosta de existir.
Eu não aguenta estar vivo
e não aguenta mais sorrir.
Eu não te conto nada
porque você é burro e
não sabe como acudir.
No fim das contas, odeio
eu, e odeio a mim. Odeio
o buraco dessa prisão
sem fim. Odeio estar
condenado ao inferno
apenas por eu ser mim.
Queria estar bem, sem
sentimentos ruins.
Queria não ser mal e
que houvesse vida em mim.
Queria que as coisas não
fossem assim.
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Autor:
moloch (
Offline) - Publicado: 8 de maio de 2026 02:50
- Comentário do autor sobre o poema: Total desabafo. Toda a auto depreciação em forma de texto. Na minha cabeça, tudo que foi escrito, teria mais coerência com a realidade que vivo, caso eu estivesse morto, daí vem o nome do poema.
- Categoria: Triste
- Visualizações: 1

Offline)
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