-Na fila de um bar, em uma calçada lotada,
Esperando a ser o próximo.
Passa um louco com um saco preto amarrado no corpo,
Esbarra em mim e fala.
"É uma brisa contundente forte de ranger os Dentes,
É um riso aleatório, com dentes amalerados,
É um chão molhado, com cinza e bitucas de cigarros,
É uma alma morta com caixão fechado.
Conversas interruptas, intraduzíveis,
Típico esteriótipo de invisíveis,
Espada vulneravel a pedra,
O pensamento reduzido a pó
Um Espaço cideral de ideias,
O exército de um homem só,
E é Só com Humanismo velado,
Com urbanismo vendado,
Que se entende
Como o Consumismo,
é uma das formas de descrever seu estado.
Luz amarelada, chão sujo de barro,
Pra todo lado tinha um,
Então Tive que ascender também,
Tão bem, quanto você esteja,
Que sua alma encontre o ninho,
Que Deus te abençoe pra sempre,
Amém.
Eu não sou seu psicólogo,
Não existe um raciocínio lógico,
De qualquer forma, se cuida,
Voce é o ser humano mais próximo.
O próximo, a ganhar um Grammy latino.
O próximo a alcançar top1,
O próximo a ser o novo Kendrick.
O próximo a ter uma m1,
O proximo a nadar numa ilha de dinheiro,
O dia inteiro, com um sentimento comum.
Talvez o próximo comum, de Mercedes bus,
O próximo ouvindo obrigado na catraca facial de um prédio comercial,
O próximo atrás das cinzas, por agredir uma mulher rica após uma injúria racial,
O próximo a não querer seu único e limpo dinheiro suado sendo sugado e limpado com cu sujo presidencial.
Ou sendo o próximo morto por um despreparado, lobotomizado soldado de estado,
Com a farda de um policial.
Perto da morte a gente entende,
Que essas merda não leva a nenhum lugar especial.
Comprar o amor de Deus,
Ou vender a alma ao diabo?,
Pra você isso não é bem questionável né Castro.
E pra mim?,
Olha a minha situação Caio.
Você tem escolha,
Eu sou uma alma morta,
Mas não importa, eu finalmente achei uma forma.
Não é pessoal, não leva me leva a mal"
-Disse ele tirando o braço da altura da cintura pelas costas,
"Essa é a Minha espada, que aprendeu a cortar pedras defeituosas ou rochosa.
Hoje ela mata essa minha brisa torta."
-Não precisou nem de um passo,
A faca entrou no meu bacio,
Sinto Um toque no meu braço,
Quando olho pro lado,
tem um homem com sacola no corpo,
Dente amarelado,
Com cheiro de cigarro,
Ele sorri quase que ironicamente e me pergunta,
"Quer um trago?."
-
Autor:
Castrovsk (
Offline) - Publicado: 7 de maio de 2026 14:43
- Comentário do autor sobre o poema: Eu sou o próximo. E você?
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 4
- Em coleções: Muita alma e muita arte..

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.