Fui de poema em poema
à procura da razão
que me fazia ter por tema
a dor, a morte e a solidão.
Mas os versos não sabiam
o porquê dessa loucura,
só falavam, só diziam,
sempre cheios de amargura.
Digo aos gritos sem pudor
que meus versos são um pranto!
Mas o porquê de tanta dor,
tanta morte no seu canto?!
Talvez devesse procurar
a razão dessa agonia,
não nos versos, a chorar,
mas em mim, no dia a dia...
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Autor:
Ricardo Maria Louro / Káká Louro (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 6 de maio de 2026 06:55
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 29
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Offline)
Comentários3
Linda poesia! Meus parabéns!
Os versos, poesias, as letras escritas colocadas na ponta da caneta, ou nas pontas dos dedos de um teclado, costumam transparecer o que tem dentro de nossas mentes e almas, as coisas que desejam saltar e que muitas vezes não damos tanta atenção ou damos atenção demais, com os versos nos expressamos, como que talvez um rabisco de desenho aonde podemos desenhar, pintar, as vezes apagar e refazer novamente.
Gostei muito de seu poema, me identifiquei. Obrigada por compartilhar conosco.
Abraços.
Belo poema, com rimas ricas e muita sensibilidade. Teu poema é um encanto! Aplausos!
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