Fui de poema em poema
à procura da razão
que me fazia ter por tema
a dor, a morte e a solidão.
Mas os versos não sabiam
o porquê dessa loucura,
só falavam, só diziam,
sempre cheios de amargura.
Digo aos gritos sem pudor
que meus versos são um pranto!
Mas o porquê de tanta dor,
tanta morte no seu canto?!
Talvez devesse procurar
a razão dessa agonia,
não nos versos, a chorar,
mas em mim, no dia a dia...
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Autor:
Ricardo Maria Louro / Káká Louro (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 6 de maio de 2026 06:55
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 58
- Usuários favoritos deste poema: Ricardo Maria Louro, ania.lepp, Naiumi Rodrigues

Offline)
Comentários4
Linda poesia! Meus parabéns!
Os versos, poesias, as letras escritas colocadas na ponta da caneta, ou nas pontas dos dedos de um teclado, costumam transparecer o que tem dentro de nossas mentes e almas, as coisas que desejam saltar e que muitas vezes não damos tanta atenção ou damos atenção demais, com os versos nos expressamos, como que talvez um rabisco de desenho aonde podemos desenhar, pintar, as vezes apagar e refazer novamente.
Gostei muito de seu poema, me identifiquei. Obrigada por compartilhar conosco.
Abraços.
Belo poema, com rimas ricas e muita sensibilidade. Teu poema é um encanto! Aplausos!
Lindos e reflexivos versos que calam fundo na alma!
Parabéns poeta por tanta sensibilidade!!!
Abraço,
ania
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