O tempo não pediu.
Passou —
preciso,
impune.
Caminhei entre muitos —
sem jamais ser multidão.
Ainda assim,
sangrei junto:
igual.
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Autor:
Noétrico (
Offline) - Publicado: 4 de maio de 2026 09:47
- Comentário do autor sobre o poema: A continuidade com o tempo que passa sem se conciência de ataque, viver como o tempo, apenas o presente como se fosse eterno e único, porém com a própria ciência da fragilidade humana.
- Categoria: SociopolÃtico
- Visualizações: 7
- Usuários favoritos deste poema: ely

Offline)
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