Brasas vão queimando,
Onde o foco toca...
Cada uma espumando,
Além das poucas portas...
Há somente os olhos,
Os mesmos de antes,
Raros, claros e pavorosos,
Afinados risos constantes...
Tente manter as conversas,
Assim com esta imagem,
Revelada tão depressa,
Assim é chantagem...
Se preciso ficar,
Em êxtase,
Incrível pra constar,
O lado desta chave.
O que sei, agora...
Lamentei não dizer...
Há muito tempo, por horas,
O que quis em você.
O que fazer, agora,
Longe de tudo isto,
Habitar longe da flora,
Ou vai ver que não existo...
Bem que acabaram...
Os conflitos entre todos...
Com as armas que sobram,
Aos delírios daqueles loucos...
Há apenas pele molhada,
Onde a toalha cobriu,
Reservada e resfriada,
Ali no rosto que iludiu...
Conversar do mesmo jeito,
Assim pode ser perseguição,
Sem por nenhum defeito,
Ao saber por suposição...
Se preciso ficar,
Em êxtase,
Incrível pra constar,
O lado desta chave.
O que sei, agora...
Lamentei não dizer...
Há muito tempo, por horas,
O que quis em você.
O que fazer, agora,
Longe de tudo isto,
Habitar longe da flora,
Ou vai ver que não existo...
Pensa em uma piada,
Aqui que vou falando,
Tanto que desta data,
O sabor vai espumando...
Queira manter segredo,
Uma vez que sentiu,
Ali entre os seus dedos,
Libertar, o que lhe feriu...
Se preciso ficar,
Em êxtase,
Incrível pra constar,
O lado desta chave.
O que sei, agora...
Lamentei não dizer...
Há muito tempo, por horas,
O que quis em você.
O que fazer, agora,
Longe de tudo isto,
Habitar longe da flora,
Ou vai ver que não existo...
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Autor:
alexonrm (
Offline) - Publicado: 2 de maio de 2026 14:27
- Categoria: Amor
- Visualizações: 2
- Em coleções: Essas Viraram Músicas.

Offline)
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