Eu vi seu corpo deitado na grama
Suas expressões e emoções nos montes rolam solto
Conforme o tempo passa, sinto esses parasitas em chamas
Se ouvir-me gritar, aguarde um pouco
Esses reflexos agora partem
Para um lar, com seu apreço, espalhar sua mensagem
Noites iluminadas pelos raios solares
Faça-me chorar antes que seja muito tarde
Talvez estrelas caiam no seu rosto
O Sol limpará sua alma, cristais e sal grosso
Tantos papéis em falta, sonhos não realizados
Se ver-me andar, faça meu legado
A Mãe-Natureza não perdoa ninguém
Pegue sua espada, largue e cante além do além
Feridas não são eternas, você é igual Deus
No seu corpo, onde existe o meu?
Olho pra cima e vejo flechas caírem
Em meio a um plano morto, vida é o que mais existe
Meu outro eu me viu cair neste vasto abismo
O seu perdão continua infinito?
Mesmo que te levem a um vale distante
Mesmo que caia aqui e essa dor seja gritante
Onde quer que esteja, minha mão te segurará
Eu nunca mentiria, eu vou aguentar
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Autor:
Raquel Costa (
Offline) - Publicado: 1 de maio de 2026 12:19
- Comentário do autor sobre o poema: Término? Só um tempo. Culpa minha? Talvez.
- Categoria: Triste
- Visualizações: 3

Offline)
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