Queria ser capaz.
Queria ter a capacidade de sentir coisas boas sem deixá-las ir.
Queria conseguir sentir e só deixar fluir.
São tantos sentimentos que não consigo controlar,
é tão cansativo — logo, me falta ar.
Aflita, busco uma solução
para que, finalmente, descanse meu coração.
Dormir vira uma solução temporária para o corpo acalmar.
É tanta ansiedade que me pergunto até onde vou aguentar.
O que antes destruía minha cabeça agora destrói meu corpo e a mente.
Maldita ansiedade, que faz meu corpo agir descontroladamente...
Me irrito com todas as minhas idas ao hospital por essa ansiedade irritante.
Os sintomas passaram a ser assustadores.
Sinto pena: são apenas sinais de intensas dores.
-
Autor:
Céu (
Offline) - Publicado: 30 de abril de 2026 22:05
- Comentário do autor sobre o poema: Caros leitores, este poema fala sobre vulnerabilidade, cansaço emocional, perda de controle e o desejo profundo de paz interna. Neste poema, a ansiedade aparece quase como uma força invasora, que não fica só nos pensamentos, mas também se manifesta fisicamente, desgastando, assustando e tirando o controle.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 5

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.