Uma caneta sem tinta, seca, vazia
Sem acrescentar, sem preencher o vazio do papel
É uma escrita inútil em um bloco de anotações
Tão inúteis, quanto as minhas alucinações.
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Autor:
Drica (
Offline) - Publicado: 28 de abril de 2026 18:18
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 63
- Usuários favoritos deste poema: Luiza Castro, Versos Discretos

Offline)
Comentários1
SERGIO NEVES - ...tu, sofrendo de alucinações? ...numcredito! ...será? ...apesar das historinhas meio "transloucadas" que costumas derramar por aqui eu sempre acreditei no teu sensorial...,...sentia firmeza! ...agora vens confessar que estás a ver coisas estranhas? ...pô! ...e agora? ...com que "olhos" eu vou passar a te ler? ... bom, fazer-se o que? ...vou ficar aqui torcendo pra que tu "entres no eixo certo" e pare de ficar vendo canetas sem tinta, secas, vazias... ,...que loucura, sô! /// ...mesmo assim eu vou arriscar: Carinhos a ti.
kkkkkkkkkkkk............. Obrigada por ler! 🙂
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