Dor.
Ciência do não saber.
Círculo que se devora.
Ausência entregue ao caos das
possibilidades abertas
e a sutil escolha de não escolher —
consciência em inércia.
A fímbria da percepção,
entre a cinza e a chama,
rasga o invólucro do existir
em fecho súbito —
faísca.
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Autor:
Noétrico (
Offline) - Publicado: 27 de abril de 2026 09:39
- Comentário do autor sobre o poema: Exposições simples, citação "Só sei que nada sei"... O Agente Passivo que prefere não escolher, tendo a conciência que não escolher é uma escolha; E a clássica reflexão entre passado, futuro e o local de poder presente existir; respectivo para como cinza, chama e faísca.
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 2

Offline)
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