O mundo gosta de nomes grandes
para esconder escolhas simples.
Para determinar
até onde você pode ir — cercam.
Aplaudem o ordinário.
Engessam o correto.
Apontam o único.
Chamam de gênio
os que têm a coragem para atravessar.
Comuns os que entendem,
firmes os que insistem,
raros os que percebem.
Gritos de chamado,
sozinho —
ecoam.
Diante do Bezerro de ouro,
o decaimento é próprio,
é o limite do real aceito —
derretido do ouro
da própria cultura.
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Autor:
Noétrico (
Offline) - Publicado: 23 de abril de 2026 11:17
- Comentário do autor sobre o poema: É o preço da autenticidade. O mundo rotula para limitar, mas o verdadeiro "chamado" exige a coragem de ignorar o aplauso comum e não se curvar aos ídolos da própria cultura. É escolher a visão clara em vez do conforto da massa. É simples como viver, quando você aprende a ver o essência da realidade. Seu mundo é só seu. Sejamos donos de nós mesmos.
- Categoria: SociopolÃtico
- Visualizações: 14
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