Eu estou no escuro, mas tenho você aqui
Pode ser triste e destrutivo, mas é o que eu tenho agora
É o que eu tenho no momento, no tempo
Eu sigo no escuro, não posso ainda acender as velas
Não decido encontrar a saída, só arrastando a alma vazia
Mas o cárcere está próximo, eu sinto
Sinto o cheiro da grama molhada
E o barulho do portão me chama.
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Autor:
Drica (
Offline) - Publicado: 22 de abril de 2026 11:57
- Categoria: Gótico
- Visualizações: 14
- Usuários favoritos deste poema: Versos Discretos
- Em coleções: Gótico/Vampiros.

Offline)
Comentários1
SERGIO NEVES - ...ô mulher chegada a umas trevas! ...tá loco, sô! ...tá pra lá de "sorumbático" esse teu escrito...,...e tu tá pra lá de "taciturna"... (...eita! ...gastei o meu português! ...se bem que esses termos "com cheiro de naftalina" dizem bem dessa tua toda "sombria" inspiração...) // ...e quanto a "escuros", eu não sou muito chegado, não...,...eu gosto mesmo é de ver "as coisas"...,...também uma claridade acentuada quando em determinadas situações também não me contenta, não ...,...eu prefiro "agir" à meia luz,...eu acho mais "gostoso"...,...é,...à meia luz me satisfaz mais... /// Carinhos.
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