Diante da caneta venenosa eu escrevo.
Toda a dor que sinto a aceito.
Viver deixa de ser um desejo.
Não se recordam de quem é este sujeito.
Ele não faz falta de qualquer jeito.
Quebre os espelhos da minha casa.
Eles odeiam essa cara.
Meu reflexo me olha com nojo.
Isso alimenta meu desgosto.
Quero poder me lembrar de você.
Não importa o que me acontecer.
Procuro você em meus sonhos.
Mas tudo que vejo são seus olhos.
Eles me olham com ódio, esse é meu castigo.
Ter ver é aquilo que não consigo.
Mas ainda somos amigos?
Uma história que morre aos poucos.
Me faz só mais um louco.
-
Autor:
Lyle (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 19 de abril de 2026 19:47
- Comentário do autor sobre o poema: Ainda seremos amigos?
- Categoria: Amor
- Visualizações: 2
- Em coleções: Minha mente..

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.