Astro de sal,
Prova de nada,
Torna real
A louca estrada.
Forma sentido,
Abre picada.
Trilha perdida
Na chuvarada...
Afronta o Sol,
Afasta o pó,
- Qual caracol,
Termina em nó (!).
Ao sul da vida,
Retorto e só,
Ë sustenido
Em fá e dó...
Ilude a guerra,
Consome a terra
De covardia
E de todo o dia.
Habita ervas
Seu sangue seiva,
Ocupa glebas
De simples eiva.
Astro de mal,
Astro demente!
De óleo e sal,
Astro de gente!...
-
Autor:
G. Mirabeau (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 15 de abril de 2026 20:32
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 2

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.