Seguindo à escuridão infinda,
Entrando num lugar,
Repleto de imoralidade,
Sem viver a mocidade.
Deixaram o amor
A sete chaves,
Trancado nesse podre coração,
Sem pensar e sem falar,
Sem a razão no lugar.
Repleto de loucura,
Cheios de prazer,
- Para onde leva,
Esse ambíguo lugar?-
Medo e tortura,
Todos a beira do colapso,
Sendo manipulados,
Apenas pela mente,
Que virou serpente
Sem eles perceberem.
- Quanto mais caminho,
Menos entendo-
Cadê os ingênuos,
Praças, ruas, quadras...
Ninguém!
Na igreja?
Nem um amém.
- Achei uma cor,
No meio da dor-
São nas noites mais escuras,
Que as estrelas brilham mais.
Esse destravou,
O amor semeou,
Mas o resto,
Consumia-o
Mais a frente,
Uma bela sorridente,
Espancada pela justiça,
Acolhida pela dor,
Sem sentir nada
Rena rumo ao espaço.
- Achei!-
Lugar quente,
Sem dor,
Mas também sem amor.
Eles estão juntos
Quase numa conexão eterna,
Mas são apenas ilusões
Que afagam o coração.
-Por que ninguém...
Ninguém o liberta?-
Todos têm medo da sensibilidade,
Da igualdade e liberdade.
Não querem ficar presos
A algo que te enche de esperança,
Que dá confiança,
Porém, não liderança,
isso pode acabar,
E talvez te matar!
Precisamos de sentimentos,
Esses que...
A coragem é frouxa,
E a confiança,
É como sabemos da verdade.
Destrancar o amor,
Viver o calor,
Sem pular parte,
Apenas deixar
O sentimento a flor da pele.
Onde o peito do outro,
É melhor leito,
Para descansar.
Precisamos de confiança,
De amor e esperança,
Assim dessa escura imensidão,
A luz radiará com emoção.
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Autor:
Mateus Lasnor (
Offline) - Publicado: 14 de abril de 2026 18:28
- Comentário do autor sobre o poema: Esse poema é o primeiro de muitos que vou publicar...Quando forem ler ele, imaginem estarem mostrando um mundo escuro para alguém e quando há travessões, são perguntas dessa pessoa para você... Espero que gostem!
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 1
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