Ora, por quê temerei a minha morte,
Se toda vida eu me preparei
Para o momento que é mais importante,
Memento mori, para este instante.
Ó morte, onde está seu aguilhão,
Se Jesus Cristo, no trono da Cruz,
Lhe destronou sendo o Novo Adão?
Então dai-me, Senhor, a Cruz de Cristo.
Pelo batismo fomos sepultados,
No batismo nos tornamos mortos,
O sacramento que nos abre o Pórtico.
Lembrai que sois pó e ao pó voltará,
Contudo, se o Cristo professar,
Mortos na carne, o Cristo reinará.
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Autor:
O rei (
Offline) - Publicado: 14 de abril de 2026 06:09
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 26
- Usuários favoritos deste poema: Patty Alves

Offline)
Comentários1
Filipenses 1:19-26, não somente essa passagem, mas outros trechos bíblicos nos remetem que sempre morrer por Ele será lucro. Uma vida com Ele e por Ele, na maioria das vezes não é fácil, mas com Ele não precisamos temer. Seu poema nos lembra da constância Dele por nós e quem nós somos e de onde e para onde viemos. Obrigada por compartilhar conosco.
Abraços poeta.
Vejo uma brevidade muito grande na vida. A vida é um sopro, verdadeiramente. Obrigado pelo comentário.
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