Me julgo por vez obscena
Buscando pelo corpo meu
Exposto às vestes de problemas
Despido do que envaideceu
Talvez eu me perca ao meu rumo
Ou me encontre na perdição
Deitada a mão no fardo trago
Imune a mente de uma ação
O que me trouxe aqui não há
Não tem ou pouco importa a mim
Ao menos um Norte a guiar
Me falta para ser assim
Só eu sei que além desse nada
Há também o que faço e fiz
Que me mói e deixa cansada
Perdendo a essência do feliz
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Autor:
Caranha (
Offline) - Publicado: 12 de abril de 2026 21:54
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 9

Offline)
Comentários1
Que bonito poema!
A poeta está nu e coberta de poesia.
Abraços
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