Um som solo é o que sou.
Continuo com as minhas teses,
Criei solo o som, e o abandonei
Por meses, pego a caneta de janeiro a janeiro
Numa segunda, em um segundo continuei
Só que com falta de prática,
A sério que eu esperava ser o primeiro?
Eu não sei.
Em dias escrevo vários poemas,
Em meses escrevo um poema
Em anos ausentes aprimorei os esquemas
Mas sempre o mesmo dilema: Nunca forçar.
Pra quê forçar algo belo à espera que fique melhor?
Uma rosa, flor, esperamos abrir?
Ou forçamos a folha a se abrir?
Dependendo da pessoa,
Rasga, cuida, mata, ama...
Cada um com a sua manha
Mas não esperem que numa manhã ela acorde e se esforce,
Esperem mais que num amanhã ela se sufoque.
É um ciclo, vício de coisas dolorosas,
Maltrata, ama e continua o circo.
Será mesmo que este ciclo ainda é sobre rosas?
Eu não sei.
Não sei de muitas coisas,
Só que viver é uma mistura de... Dores e amores
Só que muitas pessoas só vêem um lado,
E é o lado que tem flores...
Num cemitério sombrio na própria campa a lamentar as dores e os amores!
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Autor:
Ricardo Gaspar (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 12 de abril de 2026 18:50
- Comentário do autor sobre o poema: Tempo que não escrevia poemas, mas... Acho que deu, só volto no próximo ano
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 4

Offline)
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