O Prazer que Vicia

Javier Jimenez

O Prazer Que Vicia

 

Não cheguei neste ponto hoje por acaso,

já fui lerdo, incautó, leso... já fui humano,

conformava-me com o clássico... o raso,

com o que a sociedade tinha me combinado.

 

Ignorando uma versão do mundo paralela,

uma versão aonde o instinto se impõe;

um mundo avesso, o outro lado da tela,

um aonde as vontades ao amor depõem.

 

Cheguei para não voltar, para me extasiar,

para ser refém dos meus desejos, claudicar,

longe de uma vida cheia de monotonia,

perto dos encontros onde o prazer nos vicia.

  • Autor: JJ (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 10 de abril de 2026 21:19
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 1


Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.